Cultura
Fenômeno ‘Chuva de Aranhas’ em São Tomé das Letras (MG) Viraliza e Causa Curiosidade
Um vídeo gravado em São Tomé das Letras (MG) no final de dezembro de 2024 gerou grande repercussão nas redes sociais, após mostrar uma enorme teia de aranhas que parecia cair do céu, o que gerou o fenômeno popularmente conhecido como “chuva de aranhas”. A cena impressionante chamou a atenção de internautas de todo o mundo, mas especialistas explicam que, na verdade, o que ocorreu foi a construção de uma teia coletiva pela espécie Parawixia bistriata, comum no Brasil.
O vídeo foi filmado por Bruna Naomi Faquinelli e Bruna Reis de Carvalho, que estavam voltando do supermercado quando se depararam com a cena. As aranhas estavam tecendo uma teia gigantesca entre as árvores, um comportamento típico dessa espécie, que se reúne em grupos para criar estruturas coletivas. A gravação alcançou mais de 264 mil visualizações e gerou diversos comentários, desde fascínio até medo, especialmente entre aqueles que têm aracnofobia.
De acordo com Cláudio Maurício Vieira, coordenador da Divisão de Artrópodes do Instituto Vital Brazil, o comportamento exibido no vídeo é natural da Parawixia bistriata, uma espécie inofensiva que, durante o período reprodutivo, constrói grandes teias para capturar alimentos ou facilitar a reprodução. As aranhas dessa espécie vivem em regiões como o Cerrado, Amazônia, Nordeste e Sudeste do Brasil, sendo também encontradas na América Central.
O professor Rodrigo Lopes Ferreira, da Universidade Federal de Lavras, explica que o fenômeno ocorre principalmente no verão, em locais quentes e úmidos, como é o caso de São Tomé das Letras. Segundo ele, as aranhas formam grupos durante o dia e, à noite, tecem suas teias, resultando na impressionante visão de várias aranhas espalhadas no céu.
Embora o comportamento tenha gerado pavor em algumas pessoas, Rodrigo Ferreira destaca que a Parawixia bistriata não oferece risco significativo aos seres humanos. “Embora todas as aranhas possuam veneno, o de Parawixia bistriata não é perigoso, e não se trata de uma espécie com importância médica”, explicou o professor.
O vídeo, que para as moradoras da região era uma cena comum, causou espanto em muitas pessoas. Após a publicação, comentários sobre o fenômeno se espalharam rapidamente, com teorias que variaram de brincadeiras a associações apocalípticas. Em alguns comentários, o fenômeno foi comparado a um “céu de aranha” ou até mesmo associado ao medo das aranhas, especialmente por quem sofre de aracnofobia.
O fenômeno viralizou não só no Brasil, mas também gerou repercussões internacionais, com matérias publicadas em países como o Reino Unido e na Rússia. A postagem, que foi feita por Bruna Naomi Faquinelli, foi recebida com grande surpresa, já que a cena, embora comum para os moradores locais, gerou um impacto inesperado na internet.
Bruna de Carvalho comentou sobre o alcance do vídeo: “Não imaginávamos que as teias delas alcançariam mais do que imaginávamos. Foi um fenômeno fascinante e assustador para muitos, mas para nós, aqui, é apenas uma parte da rotina”.
Essa reportagem foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.
Cultura
Barato da Cozinha: aprenda a fazer torta de maçã com receita econômica e fácil
Sobremesa ensinada pelo confeiteiro Nathan Cunha custa cerca de R$ 20 e fica pronta em menos de uma hora.
Uma sobremesa bonita, saborosa e que cabe no bolso. Essa é a proposta da receita de torta de maçã apresentada nesta quarta-feira (28) pelo quadro “Barato da Cozinha”, da EPTV Sul de Minas.
Ensinada pelo confeiteiro Nathan Cunha, a receita leva ingredientes simples e tem custo aproximado de R$ 20. O preparo é rápido e pode ser uma opção para quem deseja fazer uma sobremesa caseira sem gastar muito.
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Ingredientes
- 4 maçãs
- 3 ovos
- 3 colheres (sopa) de açúcar
- 1 colher (chá) de essência de baunilha (opcional)
- 3 colheres (sopa) de óleo
- 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 1 colher (chá) de canela
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- Açúcar e canela a gosto para polvilhar
Modo de preparo
- Corte metade das maçãs em fatias finas e rale a outra metade.
- Em uma tigela, misture os ovos, o açúcar, o óleo, a baunilha e a canela.
- Acrescente a farinha de trigo e mexa até incorporar os ingredientes.
- Adicione a maçã ralada e misture.
- Coloque o fermento em pó e mexa delicadamente.
- Despeje a massa em uma forma redonda untada com manteiga e farinha.
- Distribua as fatias de maçã por cima da massa e finalize com uma mistura de açúcar e canela.
- Leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 20 a 30 minutos, ou até a torta estar assada.
A torta de maçã é uma alternativa prática para servir no café da tarde ou como sobremesa. Com poucos ingredientes e preparo simples, a receita promete unir sabor e economia.
Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.
Cultura
Bailarina de 9 anos de Pouso Alegre é aprovada no Bolshoi com bolsa integral
Madeline Rose Venturelli Tipper foi a única representante do Sul de Minas selecionada entre cerca de 300 candidatos na etapa final; formação em dança clássica começa em fevereiro de 2027.
Aos nove anos, a bailarina Madeline Rose Venturelli Tipper, de Pouso Alegre, conquistou uma vaga na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, em Joinville (SC). Ela foi a única criança do Sul de Minas aprovada na seleção nacional deste ano e terá bolsa integral para a formação em dança clássica, com início previsto para fevereiro de 2027.
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O processo seletivo começou com 1.759 candidatos de diferentes regiões do país. Cerca de 300 crianças chegaram à etapa final, realizada nos dias 16 e 17 de outubro, em Joinville. Ao todo, foram selecionados 40 estudantes: 20 meninas e 20 meninos.
A aprovação foi recebida com entusiasmo pela pequena bailarina. “Foi muito legal. Eu amei muito. Quando eu conheci o Bolshoi, eu queria muito estudar. Foi muito incrível conhecer essa notícia”, contou Madeline.
Paixão pela dança começou aos 2 anos
O contato de Madeline com o balé começou quando ela tinha apenas dois anos, por iniciativa da mãe e da avó, que procuravam uma atividade para a menina. Desde as primeiras aulas, ela chamou a atenção do professor Luiz Henrique.
Segundo ele, Madeline começou a dançar como as outras crianças, inicialmente por diversão. Com o tempo, porém, suas características e seu interesse pela dança se destacaram.
Com o incentivo do professor, que fez curso de formação no Bolshoi, a menina passou a trabalhar coreografias individuais e a participar de cursos e workshops voltados à preparação profissional.
Preparação para a seleção
A trajetória até a aprovação incluiu atividades de formação e contato com a escola de Joinville. Em janeiro, Madeline participou de um curso de férias do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em julho, esteve no curso de férias da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, ocasião em que também participou da pré-seleção.
A avaliação foi dividida em duas etapas eliminatórias. Na fase final, os candidatos foram analisados em aspectos físicos, artísticos, musicais e cognitivos. Entre os critérios observados estavam postura, flexibilidade, musicalidade, expressão artística e habilidades motoras.
Formação terá duração de oito anos
A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única unidade da instituição fora da Rússia. O curso de formação técnica em dança clássica tem duração de oito anos.
Além das aulas, os estudantes selecionados com bolsa integral recebem benefícios que incluem alimentação, transporte, uniformes, figurinos, assistência social, orientação pedagógica e acompanhamento fisioterápico e nutricional.
Madeline começa a formação em fevereiro de 2027, iniciando uma nova etapa em sua trajetória na dança.
Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.
Cultura
Milton Nascimento completa 84 anos e recebe homenagens em Três Pontas, cidade onde cresceu
Programação reúne 84 badaladas de sinos, apresentações musicais e sarau cultural em celebração à trajetória de Bituca no Sul de Minas.
O cantor e compositor Milton Nascimento completa 84 anos nesta segunda-feira (26) e recebe homenagens em Três Pontas, no Sul de Minas, cidade onde cresceu e construiu parte importante de sua história pessoal e musical. A programação comemorativa inclui badaladas de sinos, apresentações de artistas locais e atividades culturais com estudantes do município.
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As celebrações começaram às 9h, na Praça Cônego Victor, com 84 badaladas dos sinos do Santuário Nossa Senhora d’Ajuda. A programação também conta com apresentação da Corporação Musical Luiz Antônio Ribeiro, participação de escolas municipais e de alunos do Conservatório Municipal Gileno Tiso.
As homenagens continuam na quarta-feira (28), com o sarau cultural “Três Pontas canta Milton”, que terá como tema “Nos Bailes da Vida: 84 anos de Bituca”. O evento está marcado para as 19h, na Casa da Cultura Alfredo Benassi, com apresentações de artistas da cidade e participação especial de Telo Borges.
Uma história ligada a Três Pontas
Nascido em 26 de outubro de 1942, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, Milton Nascimento foi criado em Três Pontas após a morte de sua mãe biológica, Maria do Carmo Nascimento, conhecida como Carminha. Ele foi adotado por Josino e Lilia Silva Campos e viveu na cidade mineira até a adolescência.
Foi nesse período que o artista teve experiências fundamentais para sua formação. Conhecido como Bituca, Milton se tornou um dos grandes nomes da música brasileira, com uma trajetória reconhecida dentro e fora do país.
A ligação entre o cantor e o município também se expressa por meio da arte urbana. Em 2025, Três Pontas ganhou um mural de 72 metros quadrados dedicado ao artista, localizado na Rua Regina Célia Vicente, no bairro Aristides Vieira.
A obra foi criada pelo grafiteiro e muralista Kaká Chazz, natural do município, em parceria com a produtora Andressa Cândido. O mural reúne duas imagens de Milton Nascimento, incluindo uma fotografia que estampou a capa do álbum “Nascimento”, vencedor do Grammy de Melhor Álbum de World Music em 1998, e um retrato mais recente.
Na calçada, a homenagem é acompanhada pelo verso “Todo artista tem de ir aonde o povo está”, da canção “Nos Bailes da Vida”. A obra celebra a influência de Bituca sobre gerações de artistas e moradores e reforça a relação entre o músico e a cidade onde passou parte da infância.
Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.
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