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Cultura

Comunidade Sol da Verdade realiza terceiro almoço solidário e reforça ações sociais em Elói Mendes

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A Comunidade Católica Sol da Verdade promoveu, no segundo domingo de dezembro (14), o terceiro almoço solidário consecutivo. A iniciativa fez parte do projeto Natal Solidário e contou com a distribuição de marmitas, sobremesas e sacolinhas surpresa para famílias em situação de vulnerabilidade.

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Segundo Regis, um dos responsáveis pela comunidade, a ação deste ano alcançou números expressivos. “Além do almoço solidário, nós preparamos 800 sacolinhas surpresas e mais de 500 sobremesas para serem distribuídas. É um trabalho que envolve muito esforço, mas também muita alegria”, destacou.

Comunidade une espiritualidade e ações sociais há 17 anos

Com 17 anos de atuação, a Comunidade Sol da Verdade caminha junto à Igreja Católica e desenvolve ações que unem espiritualidade e compromisso social. As atividades acontecem semanalmente, sempre às segundas-feiras, às 19h30, no Centro Pastoral Monsenhor Umbelino, local considerado a “casa-mãe” da comunidade.

“Nós estamos nos descobrindo como comunidade, mas sempre levando junto a espiritualidade e as ações sociais, cumprindo aquilo que a Palavra de Deus nos pede”, explicou Regis.

Além dos encontros de oração, a comunidade realiza missões durante a semana, visitas a famílias e reuniões internas para planejamento das atividades.

Ações são mantidas com apoio da população

Sem renda fixa ou apoio do poder público, todas as ações da Comunidade Sol da Verdade são viabilizadas por meio de doações, parcerias e eventos beneficentes. De acordo com Regis, o almoço solidário deste ano foi possível graças à arrecadação de um bingo realizado anteriormente e ao apoio constante de parceiros da comunidade.

“Nós não temos nenhum bem material. Tudo o que fazemos vem da ajuda das pessoas que comungam da nossa vontade. Às vezes ganhamos pouco, às vezes mais, mas tudo faz diferença”, afirmou.

Entre as ações permanentes, a comunidade também mantém um trabalho voltado às crianças, com atividades durante os encontros, oferta de lanche, além da realização de festas comemorativas, como o Dia das Crianças.

Equipe da comunidade se preparando para produzir as refeições do 3º almoço solidário. Foto: Arquivo Pessoal

Trabalho feito “como formiguinha”, mas com grande impacto

Regis ressaltou que o trabalho social da comunidade acontece de forma simples, mas constante. “É um trabalho como se fosse de formiguinha. A gente depende totalmente da população. Nós não caminhamos sozinhos”, disse.

O terceiro almoço solidário, segundo ele, foi resultado de cerca de dois meses de preparação intensa. “Chega uma hora que você percebe que tudo aquilo é para a glória de Deus. O mais bonito não foi só a entrega, mas o nosso convívio como comunidade, servindo juntos”, relatou.

Como participar da Comunidade Sol da Verdade

A Comunidade Sol da Verdade é aberta à participação de novos membros. Interessados podem comparecer aos encontros semanais e, caso desejem servir ativamente, passam por um período de discipulado, que dura cerca de cinco a seis meses.

“É um tempo para conhecer a realidade da comunidade e ver se aquilo faz sentido para a pessoa. Depois disso, ela pode assumir um compromisso de um ano, não só com a comunidade, mas com Deus”, explicou Regis.

Convite à população

Ao final da entrevista, Regis deixou um convite à população de Elói Mendes e região. “Nossas portas estão abertas. Voltamos na segunda semana de janeiro e esperamos jovens, adultos, crianças e famílias que queiram buscar Jesus com mais intensidade”, afirmou.

Ele também reforçou o pedido de apoio às ações sociais. “O ‘sim’ da população é muito importante para nós. Precisamos do apoio de empresários, famílias e de todos que puderem ajudar. Não fazemos nada sozinhos”, concluiu.

Equipe da comunidade preparando os alimentos que foram servidos no 3º almoço solidário. Foto: Arquivo Pessoal

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Cultura

De memória familiar a alambique premiado: Divina Cana transforma tradição em turismo em Três Pontas

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Casal criou marca de cachaça artesanal a partir de uma propriedade rural e hoje une produção, hospitalidade e valorização da identidade do Sul de Minas

Uma propriedade rural que nasceu com o objetivo de reunir familiares e amigos se transformou, em Três Pontas, no Sul de Minas, em um negócio que une produção artesanal de cachaça, turismo e hospitalidade.

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Essa é a história da Cachaça Divina Cana, criada pelo casal Paulo Sérgio de Souza Rodrigues e Regina Helena Sierra Rodrigues e lançada comercialmente em agosto de 2022.

Paulo e Regina chegaram a Três Pontas em 1999, vindos de Franca, no interior de São Paulo. Em 2010, compraram uma propriedade rural inicialmente pensada como espaço de descanso e convivência. A escolha do local também teve um significado especial para Regina, que encontrou na paisagem lembranças da casa dos avós.

Com o passar dos anos, o casal transformou o espaço, criou jardins, construiu uma casa com seis quartos e reconstruiu uma antiga igrejinha. Foi nesse cenário que surgiu a ideia de iniciar a produção de cachaça.

Uma lembrança familiar deu início ao negócio

A produção começou a ganhar forma após a morte do pai de Paulo, em 2015. O interesse do pai por alambiques acabou despertando nele a vontade de conhecer mais sobre a atividade.

Quando surgiu a oportunidade de adquirir um alambique em Três Pontas, Paulo decidiu investir na ideia. Químico de formação, ele não tinha experiência anterior na fabricação de cachaça e começou em pequena escala, estudando e aperfeiçoando cada etapa do processo.

Em 2016, a produção já havia alcançado cerca de 2 mil litros, mas inicialmente a bebida era feita apenas para consumo próprio e sem intenção comercial.

Durante a pandemia, em 2020, a família passou mais tempo na propriedade, período em que Paulo continuou aprimorando a produção. A profissionalização veio posteriormente, com capacitações, investimentos em equipamentos e estrutura e maior atenção à matéria-prima e aos processos de fabricação.

Produção valoriza características do Sul de Minas

Atualmente, a Divina Cana utiliza aproximadamente 4,5 hectares de cana cultivada na própria propriedade. As variedades são escolhidas levando em consideração características do solo, clima e relevo da região.

A safra dura cerca de quatro meses e meio, normalmente entre junho e outubro. Em 2025, a produção chegou a aproximadamente 17 mil litros.

Além da produção anual, a propriedade mantém mais de 110 mil litros de cachaça armazenados em barris.

O processo inclui plantio, moagem, fermentação, destilação, separação das frações, armazenamento e engarrafamento. As bebidas passam por barris de diferentes madeiras, entre elas jequitibá, castanheira e carvalho.

Segundo a empresa, nenhuma das cachaças é engarrafada antes de completar dois anos de armazenamento.

Música faz parte da produção

Outro aspecto particular da produção está na etapa de fermentação. Com acompanhamento técnico, Paulo aprofundou os conhecimentos sobre os processos biológicos e passou a trabalhar com leveduras selecionadas para desenvolver características aromáticas e blends da marca.

Durante a fermentação, o ambiente recebe música clássica e também canções de Milton Nascimento, artista nascido em Três Pontas.

O produtor ressalta que não atribui à música um efeito científico sobre as leveduras, mas considera que ela faz parte da relação da família com a produção e com a propriedade.

Cachaça conquistou reconhecimento em concursos

O trabalho desenvolvido no alambique também rendeu premiações à marca.

Em 2024, a Divina Cana Febo recebeu Medalha de Prata no Spirits Selection do Concours Mondial de Bruxelles. No mesmo ano, a marca conquistou Medalha de Bronze na categoria “Cachaça de Alambique Envelhecida – Premium”, no 1º Concurso de Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras, realizado pela Emater-MG.

Já a Divina Cana Júpiter foi vencedora da categoria “Cachaça de Alambique Envelhecida Extra Premium” na mesma competição, que contou com mais de 220 cachaças inscritas e avaliação de 24 especialistas.

Rótulos carregam referências a Três Pontas

A identidade da marca também está presente nos nomes das bebidas. A linha regular reúne rótulos como Netuno, Febo, Júpiter, Vulcano, Minerva e Mercúrio, inspirados em figuras da mitologia.

A relação com Três Pontas aparece ainda em edições especiais. A Divina 165 foi criada para celebrar os 165 anos do município, com produção limitada a 165 garrafas.

Em 2026, a série ganhou a Divina 168, inspirada no café e dedicada às mulheres produtoras ligadas à cooperativa dos cafeicultores do município.

A edição especial reúne dois produtos que fazem parte da identidade econômica da região: o café e a cachaça.

Propriedade também recebe turistas

Com o crescimento da marca e o reconhecimento em concursos, a propriedade passou a receber visitantes interessados em conhecer a produção e a história da família.

Durante as visitas, Paulo apresenta o alambique e explica as etapas de fabricação da bebida. Em seguida, Regina conduz uma degustação harmonizada com produtos artesanais preparados por ela, como carnes, pães e doces.

A experiência também passou a integrar iniciativas de turismo e negócios com apoio do Sebrae Minas. Desde 2023, a empresa participa de ações, feiras e consultorias relacionadas ao setor.

Em 2024, a Divina Cana passou a integrar a Rota Turística dos Cafés do Sul de Minas, iniciativa lançada pelo Governo de Minas Gerais e pelo Sebrae Minas.

Assim, o que começou como um espaço para reunir a família ganhou novos significados e se tornou uma experiência que combina produção artesanal, memória, café, cachaça e turismo, valorizando elementos ligados à identidade de Três Pontas e do Sul de Minas.

Essa matéria foi retirada do portal de notícias Varginha Online, confira na íntegra.

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Cultura

Festival em Pouso Alegre reúne pratos criativos que reinventam a culinária mineira

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Evento gratuito segue até domingo (13), com opções como picolé de costelinha, pastel de frango com quiabo e “uaikisoba”

A culinária mineira ganhou versões criativas durante o Festival Gastronômico e Cultural de Pouso Alegre, que acontece até este domingo (13), na Via Gastronômica. O evento reúne gastronomia, música e atrações gratuitas para o público.

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Entre os destaques estão pratos que misturam receitas tradicionais com novas propostas, como o picolé de costelinha, o pastel de frango com quiabo e o chamado “uaikisoba” de frango.

O festival também oferece joelho de porco defumado, tropeiro, torresmo, arroz de costela, pastéis, hambúrgueres, poke de salmão, saladas, doces, café especial, sucos naturais, geleias, bolinhos e pão de queijo.

Os pratos foram desenvolvidos por empreendedores locais que participaram de uma consultoria voltada à criação de receitas para festivais gastronômicos, realizada pelo Sebrae Minas em parceria com o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (Sindipa).

Música e cozinha-show

Além da gastronomia, o evento conta com apresentações de artistas e bandas locais.

Neste domingo (13), a programação musical terá Bia, às 13h; Lê Guimarães, às 15h; e Samba Brazucas, às 18h.

Outra atração é a Cozinha-Show, que reúne chefs da região preparando receitas ao vivo e compartilhando técnicas e experiências com o público.

Neste domingo, a programação inclui risoto de queijo com mel, às 14h, com a chef Lilian Freitas; drinks clássicos e contemporâneos com cachaça, às 16h, com o chef Léo Gomes; e nhoque de mandioquinha na fonduta de parmesão, às 18h, com a chef Caroline Bitencourt.

Serviço

Festival Gastronômico e Cultural de Pouso Alegre
Data: até domingo (13)
Horário: a partir das 12h
Local: Via Gastronômica de Pouso Alegre
Entrada: gratuita

Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.

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Cultura

CRAS de Elói Mendes promove projeto de arte em biscuit para todas as idades

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Atividades do projeto “Modelando Histórias” acontecem de segunda a quarta-feira, das 14h às 15h

O CRAS de Elói Mendes está promovendo o projeto “Modelando Histórias”, iniciativa que utiliza a arte em biscuit como forma de estimular a criatividade, a expressão artística e o aprendizado.

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As atividades são abertas a pessoas de todas as idades e oferecem um espaço para que os participantes possam aprender, se divertir e transformar a imaginação em peças de arte.

Como participar

As atividades acontecem de segunda a quarta-feira, das 14h às 15h, no CRAS de Elói Mendes.

A proposta é proporcionar momentos de convivência e desenvolvimento por meio da produção artística, aproximando a comunidade de atividades criativas e de lazer.

A iniciativa é promovida pela Prefeitura de Elói Mendes, por meio do CRAS, dentro da Administração 2025–2028.

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