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Cultura

André Yuki assume presidência da Associação Cultural Nikkey de Varginha

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Empresário, que também preside Abrasel no Sul de Minas, SEHAV e ACIV, assume o comando da entidade com o desafio de fortalecer a cultura japonesa e avançar na construção da sede própria

A Associação Cultural Nikkey de Varginha (ACNV) inicia uma nova etapa de sua trajetória com a posse de André Yuki como presidente da entidade. Fundada em 2014, a associação reúne atualmente mais de 70 famílias afiliadas, somando mais de 300 integrantes entre descendentes de japoneses e admiradores da cultura nikkei.

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A nova gestão chega com a proposta de ampliar a atuação da ACNV na preservação das tradições japonesas, na promoção de atividades culturais e no fortalecimento dos vínculos da comunidade nipo-brasileira em Varginha e no Sul de Minas.

Além de assumir a presidência da ACNV, André Yuki já possui uma atuação consolidada à frente de entidades representativas do setor empresarial regional. Ele também preside a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) no Sul de Minas Gerais, o Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação de Varginha (SEHAV) e a Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Serviços de Varginha (ACIV).

A experiência à frente dessas instituições, segundo Yuki, será importante para fortalecer a capacidade de articulação da ACNV e ampliar o diálogo da entidade com empresas, poder público, instituições e demais segmentos da sociedade.

Construção do Kaikan é uma das prioridades

Entre os principais desafios da nova gestão está a continuidade das obras da sede própria da associação, o Kaikan, espaço considerado fundamental para a expansão das atividades culturais, sociais e esportivas promovidas pela ACNV.

A intenção é avançar na estruturação do espaço para que ele possa se consolidar como um ponto de encontro da comunidade nikkey e também como um local aberto à realização de iniciativas que aproximem a cultura japonesa da população de Varginha e da região.

Outra prioridade é a realização de eventos culturais de maior porte. Entre as propostas está a retomada do Festival do Japão do Sul de Minas, projeto que já vem sendo discutido com lideranças da comunidade nikkey no estado.

A iniciativa pretende contribuir para a valorização e difusão da cultura japonesa, além de estimular o voluntariado e ampliar a participação da comunidade local nas atividades da associação.

Varginha já recebeu uma edição do festival em 2019, na Praça do ET. O evento reuniu um grande público e contou com apresentações culturais, gastronomia típica, artes marciais, danças tradicionais e outras manifestações da cultura japonesa.

Para a ACNV, a retomada de um evento dessa dimensão também pode representar uma oportunidade de fortalecer o turismo e a economia local, com impactos positivos para setores como hotelaria, gastronomia, comércio e serviços.

“Quero contribuir para o crescimento da ACNV”

Ao assumir a presidência, André Yuki destaca que pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelas gestões anteriores e, ao mesmo tempo, ampliar a presença da entidade na cidade e na região.

“Assumo este compromisso com muita honra e responsabilidade. Quero contribuir para o crescimento da ACNV, fortalecer nossas atividades e avançar na construção do Kaikan. Pretendo trabalhar para que Varginha receba novamente o Festival do Japão, ampliando nossa presença cultural e envolvendo ainda mais nossos membros e a comunidade. Agradeço a toda diretoria, em especial ao presidente Akio Nishikawa, pela dedicação e contribuição nos últimos três mandatos”, ressaltou.

A nova gestão também pretende fortalecer a participação dos associados nas ações da entidade e ampliar o envolvimento das novas gerações na preservação da cultura e das tradições japonesas.

Sobre a ACNV

Fundada em 2014, a Associação Cultural Nikkey de Varginha tem como objetivo preservar, valorizar e difundir a cultura japonesa, promovendo a integração entre seus associados e a comunidade. Atualmente, a entidade reúne mais de 70 famílias afiliadas e mais de 300 membros.

Interessados em fazer parte da ACNV podem procurar diretamente membros da diretoria ou associados ativos para obter informações e iniciar o processo de filiação.

Fonte: Ana Luísa Alves

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Cultura

Barato da Cozinha: aprenda a fazer torta de maçã com receita econômica e fácil

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Sobremesa ensinada pelo confeiteiro Nathan Cunha custa cerca de R$ 20 e fica pronta em menos de uma hora.

Uma sobremesa bonita, saborosa e que cabe no bolso. Essa é a proposta da receita de torta de maçã apresentada nesta quarta-feira (28) pelo quadro “Barato da Cozinha”, da EPTV Sul de Minas.

Ensinada pelo confeiteiro Nathan Cunha, a receita leva ingredientes simples e tem custo aproximado de R$ 20. O preparo é rápido e pode ser uma opção para quem deseja fazer uma sobremesa caseira sem gastar muito.

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Ingredientes

  • 4 maçãs
  • 3 ovos
  • 3 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha (opcional)
  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de canela
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • Açúcar e canela a gosto para polvilhar

Modo de preparo

  1. Corte metade das maçãs em fatias finas e rale a outra metade.
  2. Em uma tigela, misture os ovos, o açúcar, o óleo, a baunilha e a canela.
  3. Acrescente a farinha de trigo e mexa até incorporar os ingredientes.
  4. Adicione a maçã ralada e misture.
  5. Coloque o fermento em pó e mexa delicadamente.
  6. Despeje a massa em uma forma redonda untada com manteiga e farinha.
  7. Distribua as fatias de maçã por cima da massa e finalize com uma mistura de açúcar e canela.
  8. Leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 20 a 30 minutos, ou até a torta estar assada.

A torta de maçã é uma alternativa prática para servir no café da tarde ou como sobremesa. Com poucos ingredientes e preparo simples, a receita promete unir sabor e economia.

Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.

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Cultura

Bailarina de 9 anos de Pouso Alegre é aprovada no Bolshoi com bolsa integral

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Madeline Rose Venturelli Tipper foi a única representante do Sul de Minas selecionada entre cerca de 300 candidatos na etapa final; formação em dança clássica começa em fevereiro de 2027.

Aos nove anos, a bailarina Madeline Rose Venturelli Tipper, de Pouso Alegre, conquistou uma vaga na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, em Joinville (SC). Ela foi a única criança do Sul de Minas aprovada na seleção nacional deste ano e terá bolsa integral para a formação em dança clássica, com início previsto para fevereiro de 2027.

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O processo seletivo começou com 1.759 candidatos de diferentes regiões do país. Cerca de 300 crianças chegaram à etapa final, realizada nos dias 16 e 17 de outubro, em Joinville. Ao todo, foram selecionados 40 estudantes: 20 meninas e 20 meninos.

A aprovação foi recebida com entusiasmo pela pequena bailarina. “Foi muito legal. Eu amei muito. Quando eu conheci o Bolshoi, eu queria muito estudar. Foi muito incrível conhecer essa notícia”, contou Madeline.

Paixão pela dança começou aos 2 anos

O contato de Madeline com o balé começou quando ela tinha apenas dois anos, por iniciativa da mãe e da avó, que procuravam uma atividade para a menina. Desde as primeiras aulas, ela chamou a atenção do professor Luiz Henrique.

Segundo ele, Madeline começou a dançar como as outras crianças, inicialmente por diversão. Com o tempo, porém, suas características e seu interesse pela dança se destacaram.

Com o incentivo do professor, que fez curso de formação no Bolshoi, a menina passou a trabalhar coreografias individuais e a participar de cursos e workshops voltados à preparação profissional.

Preparação para a seleção

A trajetória até a aprovação incluiu atividades de formação e contato com a escola de Joinville. Em janeiro, Madeline participou de um curso de férias do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em julho, esteve no curso de férias da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, ocasião em que também participou da pré-seleção.

A avaliação foi dividida em duas etapas eliminatórias. Na fase final, os candidatos foram analisados em aspectos físicos, artísticos, musicais e cognitivos. Entre os critérios observados estavam postura, flexibilidade, musicalidade, expressão artística e habilidades motoras.

Formação terá duração de oito anos

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única unidade da instituição fora da Rússia. O curso de formação técnica em dança clássica tem duração de oito anos.

Além das aulas, os estudantes selecionados com bolsa integral recebem benefícios que incluem alimentação, transporte, uniformes, figurinos, assistência social, orientação pedagógica e acompanhamento fisioterápico e nutricional.

Madeline começa a formação em fevereiro de 2027, iniciando uma nova etapa em sua trajetória na dança.

Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.

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Cultura

Milton Nascimento completa 84 anos e recebe homenagens em Três Pontas, cidade onde cresceu

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Programação reúne 84 badaladas de sinos, apresentações musicais e sarau cultural em celebração à trajetória de Bituca no Sul de Minas.

O cantor e compositor Milton Nascimento completa 84 anos nesta segunda-feira (26) e recebe homenagens em Três Pontas, no Sul de Minas, cidade onde cresceu e construiu parte importante de sua história pessoal e musical. A programação comemorativa inclui badaladas de sinos, apresentações de artistas locais e atividades culturais com estudantes do município.

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As celebrações começaram às 9h, na Praça Cônego Victor, com 84 badaladas dos sinos do Santuário Nossa Senhora d’Ajuda. A programação também conta com apresentação da Corporação Musical Luiz Antônio Ribeiro, participação de escolas municipais e de alunos do Conservatório Municipal Gileno Tiso.

As homenagens continuam na quarta-feira (28), com o sarau cultural “Três Pontas canta Milton”, que terá como tema “Nos Bailes da Vida: 84 anos de Bituca”. O evento está marcado para as 19h, na Casa da Cultura Alfredo Benassi, com apresentações de artistas da cidade e participação especial de Telo Borges.

Uma história ligada a Três Pontas

Nascido em 26 de outubro de 1942, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, Milton Nascimento foi criado em Três Pontas após a morte de sua mãe biológica, Maria do Carmo Nascimento, conhecida como Carminha. Ele foi adotado por Josino e Lilia Silva Campos e viveu na cidade mineira até a adolescência.

Foi nesse período que o artista teve experiências fundamentais para sua formação. Conhecido como Bituca, Milton se tornou um dos grandes nomes da música brasileira, com uma trajetória reconhecida dentro e fora do país.

A ligação entre o cantor e o município também se expressa por meio da arte urbana. Em 2025, Três Pontas ganhou um mural de 72 metros quadrados dedicado ao artista, localizado na Rua Regina Célia Vicente, no bairro Aristides Vieira.

A obra foi criada pelo grafiteiro e muralista Kaká Chazz, natural do município, em parceria com a produtora Andressa Cândido. O mural reúne duas imagens de Milton Nascimento, incluindo uma fotografia que estampou a capa do álbum “Nascimento”, vencedor do Grammy de Melhor Álbum de World Music em 1998, e um retrato mais recente.

Na calçada, a homenagem é acompanhada pelo verso “Todo artista tem de ir aonde o povo está”, da canção “Nos Bailes da Vida”. A obra celebra a influência de Bituca sobre gerações de artistas e moradores e reforça a relação entre o músico e a cidade onde passou parte da infância.

Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.

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