Cultura
Cantora trespontana Isabela Morais segue com financiamento coletivo para primeiro disco solo, Do Absurdo, até 07 de novembro
Recompensas através do site Benfeitoria trazem de disco e pocket shows a zine de poesia e leitura de mapa astral
O álbum Do Absurdo, da cantora Isabela Morais, está com campanha de financiamento coletivo aberta até o dia 07 de novembro. A iniciativa busca viabilizar o primeiro disco solo da cantora de Três Pontas, conhecida por projetos musicais diversos, como o grupo “Ummagumma The Brazilian Pink Floyd” (há 17 anos na estrada), o espetáculo “De Coisas que Aprendi com Elis”, a antiga banda Marginália, tributo a Vinicius de Moraes, participação em disco e turnê de Milton Nascimento ou ainda como professora de sociologia, produtora cultural, astróloga, taróloga. Do Absurdo, que está no site Benfeitoria, ao mesmo tempo é o resultado de toda essa vivência (inclusive nas recompensas para as doações), mas transborda essas referências, chegando a um trabalho potente, poético e em sintonia com a produção autoral contemporânea no Brasil.
Do Absurdo é uma canção de Isabela Morais em parceria com o poeta Carlos Moreira, abarcando a indefinição dos tempos atuais e outras referências como Albert Camus. Há também poemas musicados de autores como Leandro Durazzo, Micheliny Verunschk e Daniela Delias, canções do artista Danilo Gusmão e regravações de compositores contemporâneos como Juliano Guerra, Ian Ramil, Zelito e Maurício Pereira. “A cena autoral contemporânea é riquíssima, embora seu espaço na grande mídia não faça jus a isso. Faço questão dela no meu trabalho, até porque ela é minha inspiração, além de uma forte influência da cena paulistana”, conta Isabela.
O projeto envolve 22 instrumentistas e 9 pessoas envolvidas diretamente na produção musical e executiva do disco, como o guitarrista Ismael Tiso, com gravações em Minas e Rio Grande do Sul. Ou seja, é um disco que precisa da ajuda do público para se viabilizar financeiramente neste primeiro momento no sentido de arcar com despesas de gravação, músicos, prensagem, financiadora, designer, vídeos. Parte das canções e etapas do projeto já estão finalizadas, como arte gráfica.
E o financiamento coletivo funciona como uma via de mão dupla, possibilitando a realização de um sonho, mas com os colaboradores garantindo recompensas especiais. “As recompensas são as mais diversas, desde o CD em si e todo o material que o envolve, como pôster, ecobag, zine de poesias, passando pela minha faceta oraculista com atendimentos de tarô, astrologia e, claro, pocket shows à escolha do benfeitor”, explica. Há ainda a parceria com o Experience Studios de Três Pontas, responsável por grande parte das gravações do disco. É possível comprar pacotes de horas de ensaio ou mesmo diária para gravação de um single através da campanha.
Do Absurdo – financiamento coletivo para gravação de CD da cantora Isabela Morais
Prazo: 07 de novembro, às 23h59
Meta 1 – R$21.000 – (tudo ou nada!)
Site: https://benfeitoria.com/doabsurdoisabelamorais
*Para quem não tem intimidade com sites ou ressalvas para cadastrar dados pessoais na internet, é possível fazer a contribuição via transferência bancária, bastando enviar o por email qual recompensa foi escolhida. Banco do Brasil Ag. 0421-9 c/c 4487-3 – Isabela Martins de Morais e Silva 08934777613.
Dúvidas e mais informações: isabelamoraistp@gmail.com ou 35 997069556
Cultura
Barato da Cozinha: aprenda a fazer torta de maçã com receita econômica e fácil
Sobremesa ensinada pelo confeiteiro Nathan Cunha custa cerca de R$ 20 e fica pronta em menos de uma hora.
Uma sobremesa bonita, saborosa e que cabe no bolso. Essa é a proposta da receita de torta de maçã apresentada nesta quarta-feira (28) pelo quadro “Barato da Cozinha”, da EPTV Sul de Minas.
Ensinada pelo confeiteiro Nathan Cunha, a receita leva ingredientes simples e tem custo aproximado de R$ 20. O preparo é rápido e pode ser uma opção para quem deseja fazer uma sobremesa caseira sem gastar muito.
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Ingredientes
- 4 maçãs
- 3 ovos
- 3 colheres (sopa) de açúcar
- 1 colher (chá) de essência de baunilha (opcional)
- 3 colheres (sopa) de óleo
- 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 1 colher (chá) de canela
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- Açúcar e canela a gosto para polvilhar
Modo de preparo
- Corte metade das maçãs em fatias finas e rale a outra metade.
- Em uma tigela, misture os ovos, o açúcar, o óleo, a baunilha e a canela.
- Acrescente a farinha de trigo e mexa até incorporar os ingredientes.
- Adicione a maçã ralada e misture.
- Coloque o fermento em pó e mexa delicadamente.
- Despeje a massa em uma forma redonda untada com manteiga e farinha.
- Distribua as fatias de maçã por cima da massa e finalize com uma mistura de açúcar e canela.
- Leve ao forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 20 a 30 minutos, ou até a torta estar assada.
A torta de maçã é uma alternativa prática para servir no café da tarde ou como sobremesa. Com poucos ingredientes e preparo simples, a receita promete unir sabor e economia.
Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.
Cultura
Bailarina de 9 anos de Pouso Alegre é aprovada no Bolshoi com bolsa integral
Madeline Rose Venturelli Tipper foi a única representante do Sul de Minas selecionada entre cerca de 300 candidatos na etapa final; formação em dança clássica começa em fevereiro de 2027.
Aos nove anos, a bailarina Madeline Rose Venturelli Tipper, de Pouso Alegre, conquistou uma vaga na Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, em Joinville (SC). Ela foi a única criança do Sul de Minas aprovada na seleção nacional deste ano e terá bolsa integral para a formação em dança clássica, com início previsto para fevereiro de 2027.
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O processo seletivo começou com 1.759 candidatos de diferentes regiões do país. Cerca de 300 crianças chegaram à etapa final, realizada nos dias 16 e 17 de outubro, em Joinville. Ao todo, foram selecionados 40 estudantes: 20 meninas e 20 meninos.
A aprovação foi recebida com entusiasmo pela pequena bailarina. “Foi muito legal. Eu amei muito. Quando eu conheci o Bolshoi, eu queria muito estudar. Foi muito incrível conhecer essa notícia”, contou Madeline.
Paixão pela dança começou aos 2 anos
O contato de Madeline com o balé começou quando ela tinha apenas dois anos, por iniciativa da mãe e da avó, que procuravam uma atividade para a menina. Desde as primeiras aulas, ela chamou a atenção do professor Luiz Henrique.
Segundo ele, Madeline começou a dançar como as outras crianças, inicialmente por diversão. Com o tempo, porém, suas características e seu interesse pela dança se destacaram.
Com o incentivo do professor, que fez curso de formação no Bolshoi, a menina passou a trabalhar coreografias individuais e a participar de cursos e workshops voltados à preparação profissional.
Preparação para a seleção
A trajetória até a aprovação incluiu atividades de formação e contato com a escola de Joinville. Em janeiro, Madeline participou de um curso de férias do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em julho, esteve no curso de férias da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, ocasião em que também participou da pré-seleção.
A avaliação foi dividida em duas etapas eliminatórias. Na fase final, os candidatos foram analisados em aspectos físicos, artísticos, musicais e cognitivos. Entre os critérios observados estavam postura, flexibilidade, musicalidade, expressão artística e habilidades motoras.
Formação terá duração de oito anos
A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil é a única unidade da instituição fora da Rússia. O curso de formação técnica em dança clássica tem duração de oito anos.
Além das aulas, os estudantes selecionados com bolsa integral recebem benefícios que incluem alimentação, transporte, uniformes, figurinos, assistência social, orientação pedagógica e acompanhamento fisioterápico e nutricional.
Madeline começa a formação em fevereiro de 2027, iniciando uma nova etapa em sua trajetória na dança.
Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.
Cultura
Milton Nascimento completa 84 anos e recebe homenagens em Três Pontas, cidade onde cresceu
Programação reúne 84 badaladas de sinos, apresentações musicais e sarau cultural em celebração à trajetória de Bituca no Sul de Minas.
O cantor e compositor Milton Nascimento completa 84 anos nesta segunda-feira (26) e recebe homenagens em Três Pontas, no Sul de Minas, cidade onde cresceu e construiu parte importante de sua história pessoal e musical. A programação comemorativa inclui badaladas de sinos, apresentações de artistas locais e atividades culturais com estudantes do município.
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As celebrações começaram às 9h, na Praça Cônego Victor, com 84 badaladas dos sinos do Santuário Nossa Senhora d’Ajuda. A programação também conta com apresentação da Corporação Musical Luiz Antônio Ribeiro, participação de escolas municipais e de alunos do Conservatório Municipal Gileno Tiso.
As homenagens continuam na quarta-feira (28), com o sarau cultural “Três Pontas canta Milton”, que terá como tema “Nos Bailes da Vida: 84 anos de Bituca”. O evento está marcado para as 19h, na Casa da Cultura Alfredo Benassi, com apresentações de artistas da cidade e participação especial de Telo Borges.
Uma história ligada a Três Pontas
Nascido em 26 de outubro de 1942, no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, Milton Nascimento foi criado em Três Pontas após a morte de sua mãe biológica, Maria do Carmo Nascimento, conhecida como Carminha. Ele foi adotado por Josino e Lilia Silva Campos e viveu na cidade mineira até a adolescência.
Foi nesse período que o artista teve experiências fundamentais para sua formação. Conhecido como Bituca, Milton se tornou um dos grandes nomes da música brasileira, com uma trajetória reconhecida dentro e fora do país.
A ligação entre o cantor e o município também se expressa por meio da arte urbana. Em 2025, Três Pontas ganhou um mural de 72 metros quadrados dedicado ao artista, localizado na Rua Regina Célia Vicente, no bairro Aristides Vieira.
A obra foi criada pelo grafiteiro e muralista Kaká Chazz, natural do município, em parceria com a produtora Andressa Cândido. O mural reúne duas imagens de Milton Nascimento, incluindo uma fotografia que estampou a capa do álbum “Nascimento”, vencedor do Grammy de Melhor Álbum de World Music em 1998, e um retrato mais recente.
Na calçada, a homenagem é acompanhada pelo verso “Todo artista tem de ir aonde o povo está”, da canção “Nos Bailes da Vida”. A obra celebra a influência de Bituca sobre gerações de artistas e moradores e reforça a relação entre o músico e a cidade onde passou parte da infância.
Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.
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