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Sexta-feira da Virada Varginha 2018 será de serviço e diversão

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Segundo dia da Virada vai espalhar atrações em vários pontos da cidade e promover a participação da comunidade.

A sexta-feira é aquele dia gostoso da semana em que sentimos a sensação do dever cumprido e queremos nos divertir e relaxar, não é? Então, que tal aproveitar com os amigos e a família a programação da Virada Varginha?  Se a correria da semana não permitiu, na sexta dá para contemplar o sol de um jeito que talvez você nunca tenha feito antes.  Um telescópio gigante na Praça Getúlio Vargas estará à disposição de quem quiser ver o sol durante o dia (das 11h às 13h) e as estrelas e planetas à noite no Memorial do ET na Vila Paiva (das 19h às 22h).  O astrônomo João Marcos de Almeida Pinto acompanhará a atividade para responder perguntas e curiosidades sobre o tema. O aparelho foi emprestado pelo Observatório Vaz Tolentino, de Belo Horizonte, em parceria com o Instituto de Pesquisa, Educação e Extensão em Arte Educação e Tecnologias Sustentáveis – IPEARTES, de Goiás.

A partir das 10h o Ponto de Informações sobre o festival será instalado na Praça Getúlio Vargas. Além de retirar gratuitamente o mapa guia, o público terá a oportunidade de participar de diversas ações como um posto de coleta de resíduos eletrônicos pela EcoBrasil e de vidros não quebrados pela Raneri, para serem destinados à reciclagem. Também estará por lá o palhaço Asterístico, de São Paulo. O personagem vai conduzir o “Varal Cultural”, uma das ações mais participativas da Virada. Quem estiver passando vai poder deixar uma mensagem, desenho, receita de bolo, ideia para o futuro da antiga Linha Férrea e até uma declaração de amor. Esse varal colorido e participativo será exposto durante o sábado (18), na Praça da Vila Flamengo.

Uma sociedade ativa e participativa precisa ter boa saúde, por isso, às 11h tem início ações de conscientização de combate à dengue, com a distribuição de cartilhas interativas, brincadeiras e sessões de teatro.

À tarde, também na Praça Getúlio Vargas, tem campeonato de Skate inusitado. Este ano, os alunos da Fundação Varginhense de Assistência aos Excepcionais – Fuvae serão os avaliadores dos skatistas. O coordenador-geral da Virada, Diego Gazola, explica que essa ação foi pensada justamente para mostrar à sociedade como os alunos da Fuvae conseguem interagir de forma participativa em qualquer ambiente. “Nós pensamos em como integrar os alunos da Fuvae à Virada de uma forma que eles pudessem se divertir e aprender. Além disso, ter pessoas tão especiais como juradas de um campeonato esportivo é a chance de a sociedade olhar para elas com mais humanidade e menos preconceito”, destaca.

Para encerrar o dia, cinema e música para os moradores do Parque Rinaldi 2, nas adjacências do Jardim Áurea. A partir das 18h, os DJ’s ValdLuca e Xandão se apresentam com o melhor dos anos 70, 80 e 90. Às 19h o muro dos fundos da Creche Municipal Célia Campos Tavares vai se transformar em uma tela de cinema para a exibição do filme BugiGangue no Espaço, uma animação 3D intergaláctica com a participação do personagem ET de Varginha.  “Queremos que a população passe o dia respirando a Virada Varginha deste ano, por isso, planejamos atividades em vários horários e em pontos diferentes da cidade, inclusive em bairros periféricos. Quem quiser participar da Virada vai conseguir ir ao menos em uma atividade na sexta”, destaca Diego.

Para ter acesso à programação completa da Virada Varginha, basta entrar no site www.viradavarginha.com.br, Instagram @viradavarginha ou ainda pelo Facebook /viradasuldeminas.

A Virada Varginha 2018 é um festival não governamental de cidadania mobilizado pela Muda de Ideia e Sakey Comunicação, alinhada com o Fórum Varginha 2050. O festival conta com parceria estratégica do Sebrae e é viabilizado pela Pedreira Santo Antônio e Grupo Unis. Conta também com o apoio da RN, Moinho Sul Mineiro e da Associação Feminina de Assistência Social (AFAS-Varginha).

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Governo federal recomenda avaliação conjunta dos impactos da mineração de terras raras no Sul de MG

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Relatório aponta a necessidade de estudos regionais sobre os efeitos ambientais e sociais de diferentes projetos de mineração em Poços de Caldas, Caldas e Andradas.

Uma comitiva interministerial do Governo Federal recomendou que os impactos da mineração de terras raras no Planalto Vulcânico do Sul de Minas Gerais sejam avaliados de forma cumulativa e regional. A orientação consta em um relatório de 60 páginas, divulgado na terça-feira (14), após visitas técnicas realizadas em junho nos municípios de Poços de Caldas, Caldas e Andradas.

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O documento reúne informações obtidas durante reuniões com moradores, movimentos sociais, empresas mineradoras, representantes do poder público e instituições de ensino. O objetivo é orientar a atuação dos governos federal, estadual e municipais diante da expansão dos projetos de exploração mineral na região.

Estudos devem considerar impactos de diferentes projetos

Entre as principais recomendações está a realização de estudos que analisem os efeitos cumulativos e sinérgicos de múltiplos empreendimentos sobre o solo, a biodiversidade, a qualidade do ar e os recursos hídricos.

Segundo o relatório, os projetos não devem ser avaliados de maneira isolada, considerando as características hidrogeológicas do Planalto de Poços de Caldas e a existência de passivos ambientais relacionados a atividades nucleares anteriores.

A comitiva também recomendou a elaboração de balanços hídricos aprofundados, com o mapeamento das demandas por água e a análise das tecnologias utilizadas na lixiviação e no tratamento de efluentes.

Moradores demonstram preocupação com água e áreas urbanas

Durante as escutas realizadas pela comitiva, moradores e movimentos sociais relataram preocupações com possíveis impactos sobre os recursos hídricos, a exposição a metais pesados e elementos radioativos, além da poluição atmosférica e sonora.

Outro ponto levantado foi a proximidade das futuras cavas de mineração com áreas residenciais, hospitais, escolas e a Área de Proteção Ambiental da Pedra Branca.

O relatório também registra preocupações relacionadas ao aumento do tráfego de veículos pesados, à geração de poeira, à paisagem, à possível desvalorização de imóveis e à pressão sobre os serviços públicos e as rodovias.

Moradores e lideranças ainda apresentaram denúncias sobre supostos episódios de assédio e intimidação, além da entrada de pessoas em propriedades rurais para coleta de amostras de solo sem autorização. O documento recomenda que essas situações sejam apuradas pelos órgãos competentes.

Recomendações envolvem seis áreas

As orientações apresentadas pela comitiva abrangem diferentes setores:

  • Governança interfederativa e articulação entre órgãos públicos;
  • Participação social, transparência e direitos humanos;
  • Avaliação de impactos ambientais, hídricos e riscos radiológicos;
  • Ciência, tecnologia, inovação e agregação de valor;
  • Política mineral e regulação;
  • Compatibilização da mineração com as atividades econômicas locais e a sustentabilidade.

O relatório defende o fortalecimento dos canais de diálogo com a população e a participação de comunidades tradicionais quando os empreendimentos afetarem seus territórios ou modos de vida.

Também é recomendada a criação de estratégias que permitam a convivência entre a mineração e setores como agricultura familiar, vitivinicultura, turismo e atividades ligadas às estâncias hidrominerais.

Participação de órgãos federais

A comitiva foi formada por representantes de nove ministérios e instituições como a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), as Indústrias Nucleares do Brasil (INB), comitês de bacias hidrográficas, o IFSULDEMINAS e a Universidade Federal de Alfenas (Unifal).

Durante a visita, representantes da ANSN coletaram amostras nas plantas-piloto das empresas Viridis Mining & Minerals e Meteoric Resources, mediante ordem de decisão judicial. Em setembro, a autoridade informou que as plantas estavam isentas de controle regulatório radiológico.

Mineradora afirma confiar nos estudos técnicos

Em nota, a empresa Meteoric declarou confiar na robustez dos estudos técnicos, ambientais e sociais que fundamentam o processo de licenciamento do Projeto Caldeira, conduzido junto aos órgãos competentes e em conformidade com a legislação.

A mineradora afirmou ainda que mantém disposição para o diálogo com comunidades, lideranças, poder público e demais representantes da sociedade. Segundo a empresa, o projeto foi desenvolvido com foco em responsabilidade socioambiental, boas práticas ambientais e geração de benefícios para a região.

As recomendações do relatório devem servir como diretrizes para o debate sobre os projetos de mineração de terras raras e seus possíveis impactos no Sul de Minas Gerais.

Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.

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Motorista de caminhão morre atropelado na Rodovia Fernão Dias, em Pouso Alegre

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Vítima, de 51 anos, havia parado para ajustar uma carga de material reciclável quando foi atingida por outro veículo, cujo condutor fugiu do local.

Um motorista de caminhão, de 51 anos, morreu atropelado no final da madrugada desta quarta-feira (16), na Rodovia Fernão Dias, em Pouso Alegre, no Sul de Minas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu no km 855, no sentido Belo Horizonte.

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De acordo com a PRF, o motorista havia parado o caminhão na pista de aceleração para ajustar uma carga de material reciclável. Durante o procedimento, ele foi atingido por outro veículo, que ainda não foi identificado.

O condutor responsável pelo atropelamento fugiu do local após o acidente. A vítima era natural do estado de São Paulo e seguia viagem com destino a Belo Horizonte.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Pouso Alegre. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes.

Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.

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Vice-presidente da Câmara de Lavras é preso em investigação sobre possíveis crimes sexuais

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Mestre Grilo é investigado por denúncias envolvendo pessoas que seriam crianças e adolescentes na época; defesa afirma que vereador é inocente e questiona a prisão preventiva

O vice-presidente da Câmara Municipal de Lavras, Evandro Oliveira Miranda (PSD), conhecido como Mestre Grilo, foi preso na manhã desta quarta-feira (16), durante uma operação da Polícia Civil que apura possíveis crimes contra a dignidade sexual.

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A ação foi realizada por equipes da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e da Delegacia Regional de Lavras. Segundo a Polícia Civil, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão contra o vereador, de 39 anos.

As investigações começaram em fevereiro de 2026, após uma requisição do Ministério Público. O inquérito apura fatos supostamente ocorridos em diferentes períodos, envolvendo pessoas que, na época, seriam crianças e adolescentes ligadas às atividades de um grupo de capoeira.

Durante a operação, os policiais apreenderam dois celulares e um notebook, que serão encaminhados para análise pericial. O vereador foi levado ao presídio de Lavras.

Defesa contesta prisão e reafirma inocência

Em nota, a defesa de Mestre Grilo afirmou que o vereador nega as acusações e pretende demonstrar sua inocência ao longo do processo.

O advogado Luiz Henrique Fernandes Santana argumentou que a investigação trata de supostos fatos ocorridos há mais de 20 anos e que, até o momento, não haveria comprovação das imputações.

A defesa também informou que um pedido de prisão anterior havia sido negado pela Justiça, com a aplicação de medidas cautelares, incluindo a proibição de contato com 185 pessoas. Segundo o advogado, as determinações foram cumpridas pelo investigado.

Ainda conforme a nota, a prisão preventiva atual teria sido fundamentada em uma gravação ambiental entregue aos investigadores, sem a apresentação de novos elementos que, na avaliação da defesa, justificassem a mudança da decisão anterior.

O advogado sustentou que a prisão cautelar não deve representar antecipação de pena e afirmou que o vereador tem colaborado com as autoridades durante a investigação.

Câmara de Lavras se manifesta

A Câmara Municipal de Lavras informou que tomou conhecimento da prisão por meio da imprensa e dos canais oficiais do Poder Judiciário.

Em nota, a Casa declarou que continuará desempenhando normalmente suas atividades legislativas e administrativas e esclareceu que o caso não possui relação direta com o mandato do vereador.

A Câmara afirmou que aguardará o desfecho definitivo do processo e uma manifestação final do Judiciário para avaliar eventuais medidas institucionais, respeitando o contraditório, a ampla defesa e a presunção de inocência.

A investigação permanece em andamento.

Essa matéria foi retirada do portal de notícias G1, confira na íntegra.

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